Leaderboarding é um verbo: significa olhar constantemente o leaderboard da CrossFit para ver os melhores e, obviamente, sua colocação. Claro, ao analisar a sua colocação, você vai vendo também ela despencar vertiginosamente conforme os atletas de verdade vão colocando os seus dados. Mas é sempre bom se manter atualizado a cada semana. Os donos de boxes tem até quarta-feira às 21 horas para validar, então pode ser que surja uma pessoa do nada a qualquer momento.
Brasil
No caso do Brasil temos um empate no masculino. Felipe Romaguera e Anderon Primo empataram com o tempo de 10:13 e estão agora na liderança. Vítor Caetano vem em seguida com o tempo de 10:18 seguido de Gui Malheiros, nosso representante nos Games 2019. Pablo Chalfun, que disputou os Games em 2018, perdeu o prazo da CrossFit e está fora da disputa.
No caso feminino, duas atletas conseguiram fechar abaixo de 10:00. Lari Cunha fechou com o tempo de 09:18 e Antonelli Nicole em 09:38. As duas sofreram no 19.1 por causa da estatura e agora lideram o leaderboard. Em 3o temos Thais Nunes com o tempo de 10:31.
Há ainda diversos atletas nas outras categorias por enquanto se classificando para o online qualifier em Março do ano que vem. Vale lembrar que eles só precisam estar entre os 200 melhores. Então nem todos darão o absoluto máximo agora.
Mundo
No mundo quem lidera do lado feminino é a irlandesa Emma Macquaid. Ela foi a única a fazer abaixo de 8 minutos e disponibilizou seu vídeo para análise da CrossFit. Qualquer um pode entrar e ver. Atrás dela vem Samantha Briggs, com o tempo de 08:01 e Sara Sigmundsdottir com o tempo de 08:11. sara foi a campeã do Open em 2019. Tia Clair-Toomey ocupa a 12a colocação geral com o tempo de 08:34.
Do lado masculino, Majid Boulmane inseriu o tempo de 04:18. O que deve ser um erro e provavelmente será corrigido. Assim o primeiro lugar seria de Lefteris Theofanidis, o grego que ano passado terminou na 4a colocação geral no Open. Ele foi ao Games como representante grego e não passou da segunda prova. Cedric Lapointe e Bjorgvin Karl Gundmundsson estão empatados na terceira colocação com o tempo de 08:16. O campeão dos Games e do Open em 2019, Mathew Fraser, ocupa atualmente a 10a colocação geral com o tempo de 08:28.
Análise e Contexto
O leaderboarding do 20.1 representa uma das etapas mais importantes do CrossFit Open, o evento que mobiliza milhares de atletas ao redor do mundo. De fato, analisar os tempos e posições no leaderboard permite entender as tendências de desempenho e as estratégias adotadas pelos competidores. Historicamente, o Open tem revelado talentos emergentes e possibilitado comparações entre diferentes gerações de atletas.
Além disso, o formato do 20.1, com sua combinação de movimentos técnicos e resistência, testa a versatilidade dos participantes. Movimentos como Chest-to-Bar Pull-ups e Deadlifts são cruciais para a obtenção de bons tempos. A variação de pesos e repetições também influencia diretamente no pacing adotado pelos atletas. No entanto, as diferenças de estatura e capacidade física podem causar vantagens ou desvantagens, como observado no caso das atletas Lari Cunha e Antonelli Nicole, que sofreram no 19.1 devido à sua estatura, mas se destacaram no 20.1.
Comparando com anos anteriores, o nível de competitividade tem aumentado significativamente, com tempos cada vez mais rápidos e estratégias mais elaboradas. De fato, a validação dos resultados pelos donos de boxes até quarta-feira às 21 horas adiciona um elemento de suspense e imprevisibilidade, já que novos tempos podem aparecer a qualquer momento, alterando o ranking.
Impacto para a Comunidade Brasileira
O desempenho dos atletas brasileiros no leaderboard do 20.1 demonstra o crescimento e a evolução do CrossFit no país. Atletas como Felipe Romaguera e Anderon Primo mostram que o Brasil está cada vez mais competitivo em nível internacional. Isso inspira uma nova geração de atletas a se dedicarem aos treinamentos e buscarem a excelência.
Além disso, a presença de representantes como Gui Malheiros, que participou dos Games em 2019, reforça a importância do Open como porta de entrada para competições maiores. A disputa acirrada no Brasil também motiva boxes e treinadores a investirem em programas específicos para desenvolvimento de atletas, fortalecendo a estrutura do esporte no país.
De fato, o fato de atletas brasileiros estarem entre os melhores do mundo aumenta a visibilidade do CrossFit no Brasil e atrai mais praticantes para o esporte. Isso gera um ciclo positivo de crescimento, maior investimento e profissionalização. Para os atletas amadores, acompanhar o leaderboard é uma forma de se manter motivado e entender quais pontos precisam ser aprimorados para alcançar melhores posições.
Perguntas Frequentes (FAQ)
- O que significa leaderboarding no CrossFit Open?
Leaderboarding é o ato de acompanhar constantemente as posições e tempos dos atletas no ranking oficial do CrossFit Open.
- Como os tempos são validados no leaderboard?
Os resultados precisam ser validados pelos donos dos boxes até quarta-feira às 21 horas após a conclusão do WOD para serem oficialmente contabilizados.
- Por que alguns atletas têm tempos muito discrepantes, como 04:18?
Erros de input de dados ou problemas na validação podem causar tempos incorretos, que normalmente são corrigidos pela CrossFit posteriormente.
- Como a estatura influencia no desempenho em certos WODs?
Movimentos como Chest-to-Bar podem ser mais difíceis para atletas mais baixos, enquanto Deadlifts pesados podem favorecer atletas com maior massa corporal.
- Qual a importância do CrossFit Open para os atletas brasileiros?
O Open é a principal porta de entrada para competições maiores, como o Hyrox e os próprios CrossFit Games, permitindo que atletas brasileiros se destaquem no cenário internacional.
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